Artigo
Agregados familiares em transformação em Espanha e Portugal
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1Entre 1991 e 2022, a dimensão média dos agregados familiares em Espanha registou uma redução de 3,3 para 2,4 pessoas, enquanto em Portugal passou de 3,1 para 2,5. Independentemente do crescimento demográfico, esta contração da dimensão média explica 68% e 85% do acréscimo do número de agregados familiares em Espanha e em Portugal, respetivamente.
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2Os agregados familiares unipessoais evidenciaram, por referência a 1991, um crescimento de 81% em Espanha e de 53% em Portugal. Em sentido inverso, os agregados familiares com cinco ou mais elementos registaram uma diminuição de 73% e 70%, respetivamente.
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3Do ponto de vista individual, os indivíduos passam, em média, menos anos a residir com ambos os progenitores, residem menos anos com filhos e, nas idades mais avançadas, passam mais tempo em agregados unipessoais.
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4Entre 1991 e 2022, o número médio de anos em que os indivíduos vivem em situação de agregado unipessoal aumentou de 3,8 para 7,5 em Espanha e de 4,2 para 5,8 em Portugal.


